Bomba de Maltesers

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O meu filho ADORA maltesers ! O ano passado fiz o seu bolo de anos decorado com maltesers e quando lhe perguntei o que ele cria este ano, ele respondeu “o mesmo do ano passado”!

O bolo do ano passada estava realmente muito bom, mas queria melhorar o deste ano, não só no aspeto como também no recheio. Aproveitei este fim-de-semana, até porque ele estava a precisar de um miminho, para experimentar algumas receitas novas quer dos bolos quer da cobertura e recheio.

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Visualmente o bolo foi um sucesso, palavras do meu filho, mas eu ainda estou com mais umas ideias, possivelmente loucas, para o de aniversário (mas não lhe disse nada!).

O bolo em si é camadas alternativas de bolo de cacau e bolo simples amarelo. O recheio do interior é um doce de leite caseiro. Tudo receitas novas, portanto os respetivos vereditos são:

  • Bolo de cacau: sabor muito forte (filho), muito seco (marido); eu pessoalmente concordo com o meu filho. É do tipo de bolo que se come uma fatia pequena e já chega. Não vou repetir esta receita.
  • Bolo amarelo: ninguém se pronunciou nem a favor nem contra. Pessoalmente acho o bolo seco, pouco fofo e não deverei repetir a receita da mesma maneira.
  • Recheio de doce de leite: sabor maravilhoso, no entanto saiu um pouco liquido. Já aprendi como corrigir e vou repetir a receita!

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O interior do bolo tinha uma cavidade surpresa onde estavam ainda mais maltesers e o meu filho adorou. Esta surpresa quero mantê-la no bolo de aniversário, mas o buraco terá de ser maior para os maltesers se espalharem quando começamos a cortar as fatias. Com o tamanho da cavidade que usei hoje, só saiam um ou dois quando tirávamos a fatia.

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A cobertura em si do bolo foi um pouco do doce de leite misturado com natas batidas e maltesers esmagados (estava uma decadência). Para a decoração artesanal espalhei o restante recheio doce de leite, depois de corrigido (já mais grosso), por cima do bolo e coloquei novamente maltesers.

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A fatia tinha este aspeto e apesar de não ser divinal, considerando que todas as receitas foram novas a estrear, teve alguns sucessos e comia-se sem problemas. Como diz o meu sogro “não tem ossos, não tem espinhas…” sobrar, não deve sobrar.

 

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